30 out
por Patida Mauad 0 Comentários

Para se encantar por Manaus – Por Cecília Silva

A capital da Amazônia com 2,1 milhões de habitantes, principal centro urbano e financeiro do estado, encanta turistas e moradores e vai além do que vemos por ai nas mídias. Minha grande e preciosa dica é: tem vontade de conhecer Manaus? Não perde tempo e arrume as malas e vá #porai.

Não é por ser amazonense, mas também apaixonada por viajar, que sempre indico e incentivo amigos, conhecidos e desconhecidos a conhecerem Manaus. Dos passeios no centro da cidade, herança dos anos áureos da borracha ao pôr do sol no píer do tropical hotel, a viagem vale a pena do começo ao fim.

Na rota #passeios e #gastronomia

Vá ao centro histórico com disposição, roupas leves, calçados confortáveis e não esqueça de hidratar-se, apesar do clima equatorial úmido, as temperaturas variam entre 23°C e 40°C nos meses mais frios e os mais (muito) quentes. Visite o largo de São Sebastião e tome um tacacá, iguaria típica da nossa culinária, depois de apreciar a arquitetura do imponente Teatro Amazonas, aberto para visitação durante a semana, conheça também a galeria do largo com artistas locais expondo e para encerrar o dia tome um café no Capotira artes e sabores, local aconchegante e café regional delicioso.

Inaugurado em janeiro de 2009, o Museu da Amazônia- MUSA é parada obrigatória, o museu ocupa 100 hectares da Reserva Florestal Adolpho Ducke, composto por trilhas, jardim botânico, orquidário, lago de vitórias-régias e a famosa torre de observação com mais de 30 metros, onde você consegue contemplar, admirar e celebrar a floresta (a vista é de tirar o fôlego).

Toda informação necessária pro seu passeio, você encontra no insta @museudaamazonia.

No final de semana, alugue um carro ou pegue um ônibus na rodoviária e curta Presidente Figueiredo, a terra das cachoeiras, fica localizada a mais ou menos 1h30 da capital e possui mais de 100 quedas d´água catalogadas. As entradas variam de 5 à 20 reais para aproveitar o dia ou desfrutar das áreas de camping disponíveis. Água gelada, sol (muito sol) e a vista maravilhosa das cachoeiras já é o suficiente para você querer voltar sempre.

Separe também um domingo para andar de bike, skate,correr ou simplesmente caminhar pelo calçadão da Praia da Ponta Negra, às quartas e domingos a pista é liberada. Aproveite a ida pela parte da tarde e tome um sorvete de cupuaçu ou um açaí. Prepare a câmera para registrar o pôr do sol no píer do Tropical Hotel.

Ir almoçar um peixe frito com baião de dois no Mercado Municipal não faz mal a ninguém, aproveite para conferir o artesanato e guloseimas locais: balas de cupuaçu, cachaça de jambu, salame de cupuaçu e castanha, entre outras delícias da terrinha.

Para não fugir (um pouco) do clichê, feche algum dos passeios com agências que programam o dia pelos rios, almoçando em restaurantes flutuantes e admirando o famoso encontro das águas.

 

Ainda pelo centro, agora à noite, o bar do Armando atrai turistas e locais, de decoração simples, acolhedora e nostálgica, além da cerveja gelada, música boa e o famoso bolinho de bacalhau servido na casa.

Na cena cultural e criativa, procure saber o que rola na cidade pelo final de semana, shows de bandas locais como Alaídenegão, Cabocrioulo, os Tucumanus, Gramofone, são algumas das minhas indicações. Alguns eventos como a Feira do Paço (2º final de semana do mês), o Tacacá na Bossa, o Passo a Paço e a feira urbana de alternativas – FUÁ merecem a visitação.

Por último e não menos importante, pra você sentir que ainda nem saiu e já quer voltar pra nossa terrinha, comece o dia tomando um café regional (com direito a um x-caboquinho = pão francês + banana pacovã frita + tucumã + queijo qualho, em uma das milhares barraquinhas de café espalhadas pela cidade. Depois, passe o dia de ‘bubuia’ em um flutuante, aproveite a água do rio gelada para renovar as energias.

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